quarta-feira, 23 de julho de 2014

Ministério Relações Exteriores da Rússia: Imagens interessantíssimas e 10 perguntas aos “especialistas ocidentais”

Ministério Relações Exteriores da Rússia distribui:
●  fotos de ucranianos deslocando mísseis BUK no leste;
●  evidência de radar, de jatos de combate próximos do MH17; e
●  10 perguntas aos “especialistas ocidentais”

A Ucrânia não explicou como “soube” instantaneamente que o avião malaio teria sido derrubado por rebeldes – disse o ministro de Relações Exteriores da Rússia, ao distribuir dez perguntas a serem respondidas pela Ucrânia (e talvez para serem avaliadas também pelos agentes de “avaliação instantânea”, nos EUA) sobre o desastre do MH17. Contudo, parece que o que mais deve começar a preocupar as hordas de acusadores-boateiros-sem-provas é que:

● − RÚSSIA TEM IMAGENS DA UCRÂNIA INSTALANDO MÍSSEIS BUK NO LESTE: IFX
● – RÚSSIA JÁ SABE: QUE A UCRÂNIA DESLOCOU BUKPARA PERTO DOS REBELDES EM DONETSK, 17/7/2014: IFX
● – RÚSSIA DETETOU: QUE UM JATO DE COMBATE UCRANIANO SE APROXIMOU DO MH17

Obviamente, se há prova de que as coisas aconteceram desse modo, além dosclips que a CIA inventou e filmou para o canal YouTube, há aí mais um desagradável duro golpe na política exterior dos EUA.

Logo abaixo se vê a “sala de conferência” do Ministro de Relações Exteriores da Rússia, em conferência de imprensa, ontem (21/7/2014).


A seguir se assiste (trad. ao inglês) o ministro da Defesa da Rússia divulgando as análises feitas pelos especialistas russos que trabalharam sobre material de observação da cena do crime sobre o que aconteceu ao voo MH17.



A Rússia quer saber por que a Ucrânia moveu seus sistemas BUK de mísseis, no dia em que o MH17 foi derrubado:

O alto comando militar russo tem imagens de satélites de setores das posições das forças ucranianas no sudeste da Ucrânia, que mostram dispositivos de lançamento BUK a 8 quilômetros de Luhansk – Ministro de Defesa da Rússia, Interfax.

No dia em que o avião de passageiros da Malaysia Airlines explodiu, as forças ucranianas instalaram um grupo de defesa aérea de três ou quatro baterias de mísseis BUK-M1 próximas de Donetsk (Tenente-General Andrei Kartapolov, comandante do Departamento de Operações Principais do Estado-Maior Russo, falando a jornalistas na 2ª-feira, 21/7/2014).

Aqueles sistemas terra-ar podem atingir alvos a distâncias superiores a 35 quilômetros e em altitudes de 22 quilômetros. Para que finalidade esses sistemas de mísseis foram instalados naquele local? Como se sabe, as milícias rebeldes não têm aviação – disse Kartapolov.

A Rússia já tem a rota de voo dos jatos ucranianos e do MH17. E está fazendo a mesma pergunta que nós já perguntamos semana passada. 

● – A RÚSSIA JÁ SABE QUE O MH17 AFASTOU-SE 14 KM DO PLANO DE VOO, NAS PROXIMIDADES DE DONETSK. Mas... POR QUE SE AFASTOU?

A imagem que se vê no slide a seguir está mostrando os jatos ucranianos próximos do Boeing do voo MH17:


A seguir temos imagem de um jato de combate Su-25 ucraniano, detectado bem próximo do MH17, antes de o MH17 cair.



Um jato militar da Força Aérea da Ucrânia foi detectado ganhando altura, a uma distância de 3-5 km do Boeing da Malaysia  – disse o Tenente-General Andrei Kartapolov, comandante do Departamento de Operações Principais do Estado-maior Russo, em conferência de imprensa na 2ª-feira (21/7/2014).

Gostaríamos de receber uma explicação de por que um jato militar voava em corredor de aviação civil, praticamente ao mesmo tempo e no mesmo plano que um avião de passageiros – disse o general Kartapolov. – Por quê?

O jato de combate SU-25 pode ganhar altitude de 10km, segundo sua especificação” – Kartapolov acrescentou. – “Está equipado com mísseis ar-ar R-60, que podem atingir alvo a distância de 12km, de mais de 5km, com certeza absoluta.

A presença de jatos militares ucranianos pode ser confirmada por vídeos filmados pelo centro de monitoramento de Rostov, ainda nas palavras de Kartopolov.

E a Rússia cobra dos EUA que exiba provas das acusações que tem feito:

● – A RÚSSIA SABE que um satélite dos EUA passava por sobre a mesma área em que voava o MH17, no mesmo momento do ataque... Essa é a prova absolutamente indispensável para que se veja quem é o responsável. Assim sendo,  por que os EUA ainda não exibiram a prova nem explicaram sua negativa?

● – A RÚSSIA EXIGE QUE OS EUA MOSTREM PROVAS DO QUE DIZEM (que algum foguete foi lançado da área controlado pelos federalistas).

● − Rússia: OS EUA NÃO PODEM PROVAR QUE MÍSSIL OU MÍSSEIS VIERAM DA REGIÃO REBELDE.

● - O MINISTRO DA DEFESA DA RÚSSIA DISSE QUE A NÃO ENTREGOU NENHUM SISTEMA SA-11 BUK DE MÍSSEIS AOS FEDERALISTAS DO LESTE DA UCRÂNIA “NEM QUALQUER OUTRO TIPO DE ARMA”.

E continuou, rejeitando que as fotos criadas por Kiev e distribuídas pela empresa Twitter “provem” que os sistemas de mísseis estivessem sendo operados por russos.

Além do mais, como a Rússia mostrou, exibindo o que parecem ser provas fotográficas legítimas (o que o “ocidente” ainda não fez, de modo algum), o MH17 caiu ao solo dentro da zona de alcance dos sistemas BUK de mísseis autoimpulsionados terra-ar, de médio alcance, do exército ucraniano – disse o general Kartapolov.

E o general russo continuou: Temos imagens espaciais de alguns pontos nos quais estava localizada a defesa aérea da Ucrânia, no sudeste do país.

As três primeiras fotos que o general exibiu têm data de 14/7/2014. As imagens a seguir mostram sistemas de lançamento de mísseis BUK, cerca de 8km a noroeste da cidade de Lugansk – um TELAR e dois TELs, segundo o oficial militar.

A imagem a seguir mostra uma estação de radar próxima de Donetsk.

Estações de radar da defesa aérea na Região de Donetsk, 5km norte da cidade de Donetsk, dia 14/7/2014 (Foto cortesia do Ministério da Defesa da Rússia)

O general Kartapolov continuou a explicar: A terceira foto mostra a localização dos sistemas de defesa aérea perto de Donetsk. De importante, pode-se ver claramente um lançador TELAR e cerca de 60 veículos militares e auxiliares, tendas para abrigar veículos e outras estruturas.

Unidades Buk de mísseis de defesa, na Região de Donetsk, 5km norte da cidade de Donetsk, dia 14/7/2014 (Foto cortesia do Ministério da Defesa da Rússia)
Imagens dessa área também foram feitas dia 17/7/2014. Vê-se aí que o lança-mísseis não aparece em cena. A imagem n. 5 mostra o sistema de mísseis Buk na manhã daquele mesmo dia, na área do acampamento de Zaroschinskoe – 50km ao sul de Donetsk e 8km aos sul de Shakhtyorsk – disse Kartapolov.

Foto feita dia 17/7/2014, em que não se veem unidades do sistema de defesa Buk na Região de Donetsk, 5km norte da cidade de Donetsk  (Foto cortesia do Ministério da Defesa da Rússia)

Como disse o general Kartapolov, A pergunta que tem de ser respondida é: por que o sistema de mísseis apareceu na área controlada pelas milícias pró Kiev pouco antes da catástrofe?

Unidades de defesa de mísseis Buk em Zaroschinskoe, 50 quilômetros ao sul da cidade de Donetsk e oito quilômetros ao sul de Shakhtyorsk, em 17/7/2014. Foto obtida pelas unidades de defesa de mísseis do Ministério da Defesa da Rússia em Zaroschinskoe, 50 quilômetros ao sul da cidade de Donetsk e oito quilômetros ao sul de Shakhtyorsk, em17/7/2014. Foto cortesia do Ministério da Defesa da Rússia.

* * *

Resumindo tudo, o Ministério de Relações Exteriores da Rússia tem 10 perguntas ao governo da Ucrânia (tradução Google do russo ao inglês, parcialmente revistas; todas as correções são bem-vindas)

A opinião pública global espera investigação rápida e independente sobre as causas do desastre do avião malaio, no espaço aéreo da Ucrânia.

Para conduzir investigação objetiva de causas possíveis, o Ministério da Defesa da Federação Russa estipulou dez perguntas cujas respostas espera do lado ucraniano.

1. As autoridades ucranianas identificaram as milícias como perpetradores do crime de derrubar um avião de passageiros. Sobre que provas baseia-se essa identificação?

2. Kiev (oficial) pode informar detalhes de por quê manter equipamento antiaéreo [BUKs] na zona de guerra – quando se sabe que as milícias rebeldes não tem aviões?

3. Quais as causas da inação das atividades ucranianas, que adiam ainda a formação de uma comissão internacional de investigação? Quando será constituída essa comissão e quando começará a trabalhar?

4. Os especialistas internacionais das forças armadas da Ucrânia apresentarão documentação sobre mísseis e munição ar-ar, terra-ar e antiaéreos?

5. Esses documentos a serem entregues à comissão internacional confirmam que havia controle sobre a Força Aérea Ucraniana no dia da tragédia?

6. Por que os controladores do tráfego aéreo ucraniano permitiram que a aeronave se desviasse da rota prevista na direção do norte da “zona de operação antiterroristas”?

7. Por que o espaço aéreo sobre a zona de combates não estava completamente fechado para aviões civis, sobretudo porque naquela área não há campo firme para navegação por radar?

8. A Kiev oficial pode comentar noticiário que circula na rede, sobretudo motivado por mensagens de controladores espanhóis de tráfego aéreo que trabalham na Ucrânia, segundo as quais a derrubada do “Boeing” sobre território da Ucrânia foi acompanhada por dois aviões militares ucranianos?

9. Por que o serviço de segurança ucraniano começou, sem esperar pelos especialistas internacionais, o trabalho de examinar as gravações das conversas da tripulação ucraniana do Boeing e os dados dos radares ucranianos?

10. Onde estão as lições de semelhantes desastres anteriores, como do russo Tu-154, em 2001 [1] , no Mar Negro? Naquela ocasião, os líderes da Ucrânia negaram até o último momento qualquer envolvimento das Forças Armadas naquela tragédia; até que provas irrefutáveis comprovaram a responsabilidade do governo da Ucrânia.

Infelizmente, até agora não se tem notícia de resposta dos ucranianos. Esperemos que as respostas venham.

*  *  *

Desnecessário dizer que isso põe a Ucrânia e os EUA (principais protagonistas do jogo de “o culpado é Putin!”) em posição bem difícil. Afinal, alguém, algum dia, terá de apresentar fatos e provas, em vez de tantos contarem tanto com os “apelos emocionais” da propaganda.

Esperemos que muitas dessas perguntas sejam respondidas quando afinal for revelado o conteúdo da caixa preta do voo MH17, e/ou quando a Ucrânia afinal liberar versão não adulterada das gravações do Controle de Tráfego Aéreo e o avião derrubado.


Nota dos tradutores
[1] O voo 1812 da Siberia Airlines era voo comercial; a aeronave foi derrubada por militares ucranianos, sobre o Mar Negro, dia 4/10/2001, na rota de Telavive, Israel, para Novosibirsk, Rússia, com 66 passageiros e 12 tripulantes. Não houve sobreviventes. O avião caiu a cerca de 190 km oeste-sudoeste do resort de Sochi, no Mar Negro. A Ucrânia negou inicialmente qualquer responsabilidade, mas acabou por ser forçada a admitir, pelo acúmulo de provas, que o avião fora atingido por um míssil disparado “por erro” das forças armadas ucranianas. A Ucrânia foi condenada a pagar indenização de US$ 15 milhões de dólares às famílias das 78 vítimas (US$ 200 mil por vítima).  
__________________


[*] Tyler Durden é o apelido de numerosos blogueiros que comentam no Zero Hedge. O nome foi copiado de personagem do romance de Chuck Palahniuk (depois filme) Fight Club (Clube de Luta).


Fonte: http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2014/07/ministerio-relacoes-exteriores-da.html

Chinese whisper in American neighborhood



After the major headline hogging BRICS summit, the next news event that has been watched closely is the Chinese President Xi Jinping’s visit to Latin America.
The visit was marked by an ambitious outlook as China intends to boost trade to $500 billion dollars in the next ten years and announced a $20 billion Chinese fund to finance infrastructure projects in Latin America and the Caribbean (LAC).
Other significant announcements included an additional credit line of $10 billion for the Community of Latin American and Caribbean States (CELAC) from Bank of China and Sino-Brazilian collaboration to start working on a railway project across South America linking the Brazilian Atlantic coast with the Peruvian Pacific coast.
Certainly the implications of this visit are more profound than just another bilateral excursion. The trade partnership shot up from a mere $12 billion in 2000 to $261 billion in 2013. This further corroborated the UN forecastof China - with 14 percent trade share – fast outpacing the European Union (with 13% share) as Latin America’s second largest trading partner after the US, prompting many to ask would the gap between the two in Latin America get narrower.
There is a clear tendency in that direction, although it may take a while feels Fabiano Mielniczuk, former Research Coordinator at the BRICS Policy Center and current Director of Audiplo.
Both the US and EU have been stalled in financial crisis, snarled political situations at home and expensive foreign policies as a result of involvement in the war ridden Middle East, Iraq and Afghanistan.
As Kevin P Gallagher, Associate Professor of International Relations at Boston University & co-author of The Dragon in the Room: China and the Future of Latin American Industrialization points out, “China has been much more strategic. The West has been mired in financial crisis and political gridlock on the home front, and the Middle East in foreign policy.
China’s economy has been strong, and they have built a number of supporting institutions to help their firms move abroad. China has done in 15 years what it took decades for the West to do in the region.”
The diversity of trade between the US and Latin America currently is way too big for China to still match feels Gallagher. “Right now close to 75 percent of all Latin American exports to China are just in petroleum, iron ore, soybeans. Latin American exports all sorts of things to the US.”

Platonic nodes

But there is a clear tendency in the region to break away from the West and find an independent foot in the global stage. Countries like Brazil have been leaning towards developing countries like China and India.
There is also an ideological point where China and Latin America intersect. Left inclined Latin American states hold antithetical views clearly demonstrated by leaders like Venezuela’s late Hugo Chavez and Cuba’s Fidel Castro towards a capitalistic US foreign policy.
As Mielniczuk points out, “Americans and Europeans took for granted their influence in the region because they were used to exercising unconstrained leverage over native political elites in the recent past. During the 1970’s, the US backed anti-communist dictatorships in return for military material and training facilitated the promotion of private (Western) interests in their economies. In the 1980’s, when the US increased its interest rates unilaterally, the debt crisis created the conditions for the IMF and other financial institutions to exert even more leverage over the region.
In the last two decades, however, the region passed through an important political transformation. Leftist leaders like Chavez in Venezuela, Lula da Silva in Brazil, Correa in Ecuador and Morales in Bolivia, were elected promising to free their countries from this external control. This is the point where Latin American interests and Chinese necessities intersect.”
Under Chavez multinational oil companies like Texas-based Exxon Mobil have had a major showdownin Venezuela over the nationalization of its heavy oil. Royal Dutch Shell Group had to call off its hiked gasoline price after an Argentinean boycott of the company. Even recently the company was at loggerheads with Argentina due to hiking of fuel price.

Growth fodder

For China Latin America – with 40 percent of the world’s known copper reserves, apart from an important share of iron, silver, and tin and 13.3 percent of the world’s oil reserve of which only 6 percent is exploited – is a viable import option for commodities to feed its growth.
China accounts for more than 22 percent of world copper demand and is a major consumer of tin and iron ore. By 2030 China is predicted to import 75 percent of its oil and huge amount of agricultural products like soy.
Typical strategy of China is to scope gaps of each of these economies into investment opportunities.
As is the case with Brazil whose economic projections are leaden this year with a growth less than 1 percent. Inadequate investment in logistics and transportation infrastructure has been cited as the reason.
In 2012 the Brazilian government launched a $250 billion program to develop roads, ports, railway lines airports and energy sector. Brazil’s investments, mainly carried out by the state-owned banks, are under pressure to create savings.
So China sees this as an opportunity to invest in infrastructure to not just ease transportation cost for commodities it imports, but also get a share in the development of the vast energy resources.
A well-known tactic of China, Brazil’s largest trading partner at US $83.3 billion volume, is to offer loans that could be paid back in oil. Brazil produces 831.1 million barrels with a total reserve of 12.2 billion barrels, received a $10 billion loan from the China Development Bank in 2009 for its oil giant Petróleo Brasileiro SA in return for the long-term supply of oil.
It also, along with other international players, acquired the rights to develop the huge Libra oilfield.
Recently China’s CNR Corporation Ltd is said to have played a huge role in Rio de Janeiro’s push to improve its railway networks prior to the 2014 World Cup.
During this visit The Export-Import Bank of China committed to extend a $5 billion loan over the next three years to Brazilian mining company Vale so that it can purchase or rent vessels to ship iron ore to China.
Similar deals have been signed including last year’s $28 billion with Venezuela – with enormous petroleum reserve – which boasts over $19 billion bilateral trade with China, its second largest trading partner. China invests mainly in oil production and infrastructure in return for oil supplied from Venezuela.
Debt-ridden Argentina finds China all the more relevant today after the US Supreme Court ordered Argentina to pay $1.3 billion to US bondholders as debt repayments. Beijing is most likely to salvageArgentina from the debt.
While China is a major importer of Argentinean goods mainly soy and soybean oil, the primary interest is in its shale gas reserves. The China National Offshore Oil Corporation (CNOOC) and Argentinean Bridas in 2010 signed a corporate partnership mainly to exploit its shale formation in Patagonia.
In this visit the China Development Bank reportedlyagreed a $4.7 billion loan to build two hydroelectric dams in Patagonia. Apart from a $2.1 billion loan to build a railroad for more efficient transport of grains from Argentina's agricultural plains to its ports, a three-year $11 billion deal was signed where Argentina could pay for Chinese imports in Yuan.

Reproducing economic dependency?

However there’s a lot of mending to be done before China outpaces others. 75 percent of the exportsof Chile, Peru, and Venezuela still consist of commodities while China’s export to Latin America is primarily manufactured goods.
Last year Brazil exported commodities like iron ore and soybeans worth $21.8 billion. It along with Argentina has been vocal about exporting higher-valued products to China. Both have raised anti-dumping complaints against Chinese manufactured goods flooding its domestic market.
As Mielniczuk points out, “Historically, Latin America was incorporated in the global capitalist system as an exporter of raw material and agricultural goods, and as a consumer of manufactured products. The region’s exports were first destined to Europe during colonialism, and after to the USA as well since the nineteenth century. By the 1990’s, due to Chinese economic development, the trade flux started moving to China, but the trade structure inherited from the colonial period remains the same.”
So, Mielniczuk explains that the major concern is the same economic dependency developed with America and Europe could be reproduced with China. Chinese firms have been criticized for labor exploitation and environmental hazards created due to their operations.
Gallagher refers to the Andean region where Chinese firms are moving into areas that are “endemic to environmental degradation and civil strife – such as oil in the Ecuadoran Amazon where China struggles with local communities and global environmental activists.”
So while Latin America has received China’s bilateral advances with considerable gusto, China might well be sensitive to the region’s concerns if it really wants to stand by its announced intent of an all-inclusive development for both the regions. It calls for a lot of confidence building effort around socio-economic commitment for China to gain a larger share of business and outpace others in the region.
Fonte: http://rt.com/op-edge/174940-brics-china-infrastructure-projects/

India, Latin America set to tango

An -Latin America Forum to forge a new paradigm of cooperation leading to a "strategic partnership" could be in the offing in the near future.
India and the Community of Latin American and Caribbean States (CELAC) are exploring possibilities of a "dialogue mechanism", based on the recent interactions and talks  held with the troika of foreign ministers of the 33-member grouping in August 2012.
Indian Prime Minister Narendra Modi's meeting with Latin American leaders was somewhat overshadowed by the news about the formation of the BRICS bank. A India-CELAC Forum could throw up innovative ideas and take the engagement to the next level, by exploring partnerships by way of joint ventures, technology transfers, alliances regional and multilateral issues of mutual interest, say officials.
According to official sources, this forum could be in the pattern of the India-Africa Forum Summit that would provide the country a platform to deepen links with a region which is contributing to India's energy and food security and emerging critical to its multilateral diplomacy on a host of issues where the interests of both sides coincide.
"In a globalised and interconnected world, our destinies are inter-linked. We are bound, by shared aspirations and common challenges. We all have a stake in each other's success. Distance is not a barrier to opportunities," Modi told leaders from 11 countries in the region in Brasilia last week.
Modi said India would work more closely with South America at bilateral and multilateral levels, and seek "newer avenues" of generating mutual prosperity, as both sides are discovering new complementaries and synergies.
Much water has flown under the bridge since the days when Jawaharlal Nehru, because of geographical distance between the two regions and the lack of a common history, described Latin America as "half mystical, half mixed with romance and all that". For long, it did not figure in India's foreign policy calculations. The interactions were sporadic and minimal, despite Indira Gandhi's 1968 trip to as many as seven countries to have a "concord" with the land its people. And ties were almost exclusively led by the private sector.
However, since the 1990s, both India and LAC region have started engaging each other seriously and systematically through exchanges of high-level visits, foreign office consultations and Joint Commission Meetings.
This is precisely because of the winds of change blowing across the continent in recent years. The region is no longer under the political and economic sway of the United States. Countries have seen a deepening of democracy and are pursuing autonomous development and foreign policies. Rich in natural resources, their unfolding growth story is making them alluring places for investment. According to the UN Economic Commission for Latin America and Caribbean, countries in the region last year received a record $173.361 billion in foreign direct investment despite an international context characterized by shrinking FDI flows worldwide.
India's increasing interest in LAC is also due to the changing face of India's economy and foreign policy, which differ significantly from the political, state-centric way that India approached its "South-South relations" in earlier decades. Two-way trade has surged to $46 billion in 2013 from less than 2 billion in 2001, and which has the potential to go up to $100 billion if the enormous opportunities in areas like hydrocarbons, agriculture, food processing, IT, pharma, textiles,leather, engineering goods, automobiles are leveraged. The countries of region have been supplying over two billion dollars worth of minerals annually to India. India has been importing over a billion dollars worth of soy and sunflower oil from Brazil and Argentina every year. Brazil, Venezuela, Ecuador and Colombia have been meeting around 10 percent of India's crude oil.
Salman Khurshid, then India's external affairs minister, said after a India-Brazil Joint Commission meeting last October that both sides have agreed to "increased investments in each other's energy sectors" and "perhaps in third countries as well".
International trade analysts say with the emergence of the New Pacific Alliance (Mexico, Peru, Chile and Colombia), India has a great opportunity to expand trade with some of the continent's most liberal economies, which average a very attractive 45 rating in terms of global ease of doing business. India recently became an 'observer' in the Alliance.
India is also seeking to widen the preferential trade agreements (PTAs) with Mercosur countries and Chile. There have been suggestions that the country should diversify its economic partnerships and ink free trade agreements (FTAs) with Mexico, Colombia and Peru -- the second, third and fourth biggest importers of Indian goods in Latin America.
Indian investment, however, has been low. Over the last two decades, the LAC region has received a total of about $16 billion, which is estimated to be just about 4 percent of the country's outward FDI. Also, investments into India from LAC are low, despite the complementarities and absence of any conflict of strategic nature.
Business chambers such as FICCI say that economic engagement between India and LAC can be enhanced mainly by way of investments, as conventional trade in goods has its challenges on account of distance, time zone difference and business culture. While trade in commodities may still continue due to their bulk nature and involvement of mega institutions, manufacturing goods and services business can grow essentially by way of investments. Investments will automatically lead to trade growth too.
Modi, in his interaction with the Latin American leaders, asked them to encourage their businessmen to take part in an upcoming investment conclave in New Delhi this October.
However, it's not just economics and energy that are helping India and Latin America to bond. Issues of common concern such as national sovereignty and security and changing the balance of power in international institutions are becoming the new glue. Defence production, cyber security and space represent the emerging strategic components of the relationship.
And significant it is from another angle. China, after the BRICS summit in the Brazilian capital, announced a cooperation forum with the CELAC and said its inaugural ministerial meeting in Beijing would be held next February.
(Saroj Mohanty can be contacted at saroj.m@ians.in)

Fonte: http://www.business-standard.com/article/news-ians/india-latin-america-set-to-tango-114072300363_1.html

terça-feira, 22 de julho de 2014

Parlamentares do PARLASUL discutem travas institucionais no processo de integração do MERCOSUL

Na última Sessão Plenária, realizada no dia 7 de julho, durante a discussão de temas livres do Parlamento do MERCOSUL, os parlamentares Alfonso González Núñez e José Mayans convidaram o Plenário a avançar no processo de integração e terminar com as travas burocráticas dentro do MERCOSUL.

O parlamentar paraguaio Alfonso González Núñez expressou seu desejo de mudar a arquitetura do MERCOSUL, desenho que têm desde 26 de março de 1991. Para González Núñez, “se queremos avançar no processo de integração, se não construirmos uma maior institucionalidade dentro deste processo de integração, teremos mais retrocessos que avanços”, indicou.

Também instou que se deve incorporar ao MERCOSUL um Tribunal Supranacional e dotar de maiores competências ao Parlamento do MERCOSUL, para buscar uma maior dinâmica e institucionalidade dentro do processo integrador latino-americano. “Enquanto tenhamos este desenho lamentavelmente, teremos estas travas inconvenientes nas fronteiras, incompreensões e desacordos, (…) se deve insistir com persistência dentro de nossos parlamentos nacionais e executivos para redesenhar este MERCOSUL”, disse o parlamentar.

Remarcou a necessidade de que se realizem eleições, para que cada país escolha seus parlamentares, destacando que “é incomodo esta metodologia de trabalho dentro do Parlamento, de que o Paraguai seja o único que tenha escolhido seus parlamentares”, expressou González Núñez. “Queremos um MERCOSUL ampliado, (…) o Estado deve promover o desenvolvimento da cidadania e de todos seus membros em forma real”, afirmou González Núñez.

Posteriormente, o parlamentar argentino José Mayans expôs que o importante é o funcionamento do MERCOSUL, mas que“agora com a presença plena da Venezuela e com a presença da Bolívia e dos países que originalmente fundaram o MERCOSUL, estamos trabalhando juntos para fortalecer o processo de integração, (…) somos mais de 100 parlamentares que estamos presentes representando nossos povos, com um desejo profundo de integração, países democráticos, respeitosos das liberdades sociais e dos direitos sociais”.
E, continuou, assinalando que se devem buscar terminar com as burocracias que impedem que os povos trabalhem mancomunadamente, “sobretudo os fronteiriços, (…) nem falemos do tema do intercâmbio, que foi a ideia original do MERCOSUL, das produções de nossos países para facilitar o crescimento econômico, e como diz o Tratado de Assunção, com justiça social”.

Por último, expressou sua satisfação a respeito do funcionamento do PARLASUL e com os aportes que apresenta cada delegação de parlamentares, em prol de fortalecer o processo de integração.
Agência PARLASUL/ma-pb-as

Es hora de conocer un poco más la realidad

He rogado a los editores de Granma me exoneren en esta ocasión del honor de publicar lo que voy a escribir en la primera página del órgano oficial de nuestro Partido, pues pienso expresar puntos de vista personales sobre temas que, por conocidas razones de salud y de tiempo, no he podido plantear en los órganos colectivos de dirección del Partido y del Estado, como los Congresos del Partido, o las reuniones pertinentes de la Asam­blea Nacional del Poder Popular



He rogado a los editores de Granma me exoneren en esta ocasión del honor de publicar lo que voy a escribir en la primera página del órgano oficial de nuestro Partido, pues pienso expresar puntos de vista personales sobre temas que, por conocidas razones de salud y de tiempo, no he podido plantear en los órganos colectivos de dirección del Partido y del Estado, como los Congresos del Partido, o las reuniones pertinentes de la Asam­blea Nacional del Poder Popular.
En nuestra época los problemas son cada vez más complejos y las noticias se propagan a la velocidad de la luz, como muchos conocen. Nada ocurre hoy en nuestro mundo, que no nos enseñe algo a los que deseamos y somos capaces todavía de comprender nuevas realidades.
El ser humano es una extraña mezcla de instintos ciegos por un lado y de conciencias por el otro.
Somos animales políticos, como no sin razón afirmó Aristóteles, que quizás influyó más que ningún otro filósofo de la antigüedad en el pensamiento de la humanidad a través de casi 200 tratados, según se afirma, de los cuales se conservaron solo 31. Su maestro fue Platón, quien legó para la posteridad su famosa utopía sobre el Estado Ideal, que en Siracusa, donde trató de aplicarlo, casi le cuesta la vida.  Su Teoría Política quedó como apelativo para calificar las ideas como malas o buenas. Los reaccionarios la utilizaron para calificar tanto a Marx, como a Lenin, de teóricos, sin tomar para nada en cuenta que sus utopías inspiraron a Rusia y a China, los dos países llamados a encabezar un mundo nuevo que permitiría la supervivencia humana si el imperialismo no desata antes una criminal y exterminadora guerra.
La Unión Soviética, el Campo So­cialista, la República Popular China y Corea del Norte, nos ayudaron a resistir con suministros esenciales y armas, el bloqueo económico implacable de Estados Unidos, el imperio más poderoso que jamás existió. A pesar de su inmenso poder, no pudo aplastar al pequeño país que a pocas millas de sus costas ha resistido durante más de medio siglo las amenazas, los ataques piratas, secuestros de barcos pesqueros y hundimientos de buques mercantes, destrucción en pleno vuelo del avión de Cubana de Aviación en Barbados, incendio de escuelas y otras fechorías similares. Cuando intentó invadir nuestro país con fuerzas mercenarias a la vanguardia, transportadas en buques de guerra de Estados Unidos como primer escalón, fue derrotado en menos de 72 horas. Más tarde las bandas contrarrevolucionarias, organizadas y equipadas por ellos, cometieron hechos vandálicos que dieron lugar a la pérdida de la vida o la integridad física de millares de compatriotas.
En el estado de la Florida se ubicó la más grande base de actividades contra otro país que existía en aquel momento. Con el curso del tiempo el bloqueo económico se extendió a los países de la OTAN y otros muchos aliados de Amé­rica Latina, que fueron durante los primeros años cómplices de la criminal política del imperio, que hizo trizas los sueños de Bolívar, Martí y cientos de grandes patriotas de irreductible conducta revolucionaria en América Latina.


A nuestro pequeño país, no solo se le negaba su derecho a ser una nación independiente como a cualquier otro de los numerosos Estados de América Latina y el Caribe, explotados y saqueados por ellos, sino el derecho a la independencia de nuestra Patria que sería totalmente despojado, cuando el destino manifiesto cumplimentara su tarea de anexar nuestra isla al territorio de Estados Unidos de Norteamérica.
En la recién concluida reunión de Fortaleza se aprobó una importante Declaración entre los países que integran el grupo BRICS.
Los BRICS proponen  una mayor coordinación macroeconómica entre las principales economías, en particular en el G-20, como un factor fundamental para el fortalecimiento de las perspectivas de una recuperación efectiva y sostenible en todo el mundo.
Anunciaron la firma del Acuerdo constitutivo del Nuevo Banco de Desarrollo, con el fin de movilizar recursos para proyectos de infraestructura y de desarrollo sostenible de los países BRICS y otras economías emergentes y en desarrollo.
El Banco tendrá un capital inicial autorizado de 100 mil millones de dólares. El capital inicial suscrito será de 50 mil millones de dólares, a partes iguales entre los miembros fundadores. El primer presidente de la Junta de Go­ber­nadores será de Rusia. El primer presidente del Consejo de Administración será de Brasil. El primer Presidente del Banco será de la India. La sede del Banco será en Shanghai.
Anunciaron también la firma de un Tratado para el establecimiento de un Fondo Común de Reservas de Divisas para situaciones de contingencia, con un tamaño inicial de 100 mil millones de dólares.
Reafirma el apoyo a un sistema multilateral de comercio abierto, transparente, inclusivo y no discriminatorio; así como a la conclusión exitosa de la Ronda de Doha de la Organización Mundial del Comercio (OMC).
Reconocen el importante papel que las empresas estatales desempeñan en la economía; así como el de las pequeñas y medianas empresas como creadores de empleo y riqueza.
Reafirman la necesidad de una reforma integral de las Naciones Unidas, incluido su Consejo de Seguridad, con el fin de hacerlo más representativo, eficaz y eficiente, de manera que pueda responder adecuadamente a los desa­fíos globales.
Reiteraron su condena del terrorismo en todas sus formas y manifestaciones, dondequiera que ocurra; y expresaron preocupación por la continua amenaza del terrorismo y el extremismo en Siria, a la vez que llamaron a todas las partes sirias a que se comprometan a poner fin a los actos terroristas perpetrados por Al-Qaeda, sus afiliados y otras organizaciones terroristas.
Condenaron enérgicamente el uso de armas químicas en cualquier circunstancia; y dieron la bienvenida a la decisión de la República Árabe Siria de adherirse a la Convención sobre Armas Químicas.
Reafirmaron el compromiso de contribuir a una justa y duradera solución global del conflicto árabe-israelí sobre la base del marco legal internacional universalmente reconocido, incluyendo las resoluciones pertinentes de las Naciones Unidas, los Principios de Madrid y la Iniciativa de Paz Árabe; y expresaron apoyo a la convocatoria, en la fecha más temprana posible, de la Conferencia sobre el establecimiento de una zona de Oriente Medio libre de armas nucleares y otras armas de destrucción masiva.


Reafirmaron la voluntad de que la exploración y utilización del espacio ultraterrestre deberán ser para fines pacíficos.
Reiteraron que no hay alternativa a una solución negociada a la cuestión nuclear iraní, y reafirmaron apoyo a su solución a través de medios políticos y diplomáticos.
Expresaron preocupación por la si­tua­ción en Irak y apoyaron al gobierno iraquí en sus esfuerzos por superar la crisis, defender la soberanía nacional y la integridad territorial.
Expresaron preocupación por la si­tuación en Ucrania e hicieron un llamamiento para un diálogo amplio, la disminución del conflicto y la moderación de todos los actores involucrados, con el fin de encontrar una solución política pacífica.
Reiteraron la firme condena al terrorismo en todas sus formas y manifestaciones. Señalaron que las Naciones Unidas tienen un papel central en la coordinación de la acción internacional contra el terrorismo, que debe llevarse a cabo de conformidad con el derecho internacional, incluida la Carta de las Naciones Unidas, y con respeto a los derechos humanos y las libertades fundamentales.
Reconocieron que el cambio climático es uno de los mayores desafíos que enfrenta la humanidad, e hicieron un llamamiento a todos los países a construir sobre las decisiones adoptadas en la Convención Marco de Naciones Unidas sobre el Cambio Climático (CMNUCC), con miras a llegar a una conclusión exitosa para el año 2015, de las negociaciones en el desarrollo de un protocolo, otro instrumento legal o un resultado acordado con fuerza legal bajo la Convención es aplicable a todas las Partes, de conformidad con los principios y disposiciones de la CMNUCC, en particular el principio de las responsabilidades comunes pero diferenciadas y sus respectivas capacidades.
Expresaron la importancia estratégica de la educación para el desarrollo sostenible y el crecimiento económico inclusivo; así como destacaron el vínculo entre la cultura y el desarrollo sostenible.
La próxima Cumbre de los BRICS será en Rusia, en julio del 2015.
Pareciera que se trata de un acuerdo más de entre los muchos que aparecen constantemente en los despachos cablegráficos de las principales agencias occidentales de prensa. Sin embargo, el significado es claro y rotundo: La América Latina es el área geográfica del mundo donde Estados Unidos ha impuesto el sistema más desigual del planeta al disfrute de sus riquezas internas, el suministro de materias primas baratas, comprador de sus mercancías y el depositante privilegiado de su oro y sus fondos que escapan de sus respectivos países y son invertidos por las compañías nor­teamericanas en el país o en cualquier lugar del mundo.
Nadie encontró nunca una respuesta capaz de satisfacer las exigencias del mercado real que hoy conocemos, pero tampoco podría dudarse de que la hu­manidad marcha hacia una etapa más justa de lo que hasta nuestros tiempos ha sido la sociedad humana.
Repugnan los abusos cometidos a lo largo de la historia. Hoy lo que se valora es lo que sucederá en nuestro planeta globalizado en un futuro próximo.
Có­mo podrían escapar los seres humanos de la ignorancia, la carencia de re­cursos elementales para alimento, sa­lud, educación, vivienda, empleo decoroso, se­guridad y remuneración justa. Lo que es más importante, si será esto o no posible, en este minúsculo rincón del Uni­verso. Si meditar sobre esto sirve de algo, será para garantizar en realidad la supremacía del ser humano.
Por mi parte, no albergo la menor duda de que cuando el Presidente Xi Jinping culmine las actividades para cumplimentar su gira en este hemisferio, al igual que el Presidente de la Federación Rusa, Vladímir Putin, ambos países estarán culminando una de las proezas más grandes de la historia humana.
En la Declaración de los BRICS, aprobada el 15 de julio de 2014 en Fortaleza, se aboga por una mayor participación de otros países, especialmente los que luchan por su desarrollo con miras a fomentar la cooperación y la solidaridad con los pueblos y de modo particular con los de América del Sur, se señala en un significativo párrafo que los BRICS reconocen en particular la importancia de la Unión de Naciones Suramericanas (UNASUR) en la promoción de la paz y la democracia en la región y en el logro del desarrollo sostenible y la erradicación de la pobreza.
He sido ya bastante extenso a pesar de que la amplitud e importancia del tema demandaban el análisis de importantes cuestiones que requerían alguna réplica.
Pensaba que en los días subsiguientes habría un poco más de análisis serio sobre la importancia de la Cumbre de los BRICS. Bastaría sumar los habitantes de Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica para comprender que suman en este momento la mitad de la población mundial. En pocas décadas el Producto Interno Bruto de China superará al de Estados Unidos; ya muchos Estados solicitan yuanes y no dólares, no solo Brasil sino varios de los más importantes de América Latina, cuyos productos como la soya y el maíz compiten con los de norteamérica. El aporte que Rusia y China pueden hacer en la ciencia, la tecnología y el desarrollo económico de Suramérica y el Caribe es decisivo.
Los grandes acontecimientos de la historia no se forjan en un día. Enormes pruebas y desafíos de creciente complejidad se vislumbran en el horizonte. Entre China y Venezuela se firmaron 38 acuerdos de cooperación. Es hora de conocer un poco más las realidades.
Fidel Castro Ruz
Julio 21 de 2014
10 y 15 p.m.








Via Granma - http://www.granma.cu/cuba/2014-07-22/es-hora-de-conocer-un-poco-mas-la-realidad

segunda-feira, 21 de julho de 2014

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Senador boliviano asilado entra no Brasil e governo vai investigar

Roger Pinto Molina estava asilado havia mais de um ano na embaixada brasileira na Bolívia e chegou neste domingo ao País. Ministério das Relações Exteriores vai abrir inquérito.

O Ministério das Relações Exteriores informou neste domingo 25 que abrirá um inquérito para apurar as circunstâncias da entrada no Brasil do senador boliviano Roger Pinto Molina, que estava asilado há mais de um ano na embaixada brasileira na Bolívia. O boliviano chegou neste domingo ao País acompanhado do presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Ricardo Ferraço (PMDB-ES).
O Itamaraty informou que o encarregado de Negócios do Brasil em La Paz, ministro Eduardo Saboia, foi chamado para prestar esclarecimento.
“O ministério está reunindo elementos acerca das circunstâncias em que se verificou a saída do senador boliviano da embaixada brasileira e de sua entrada em território nacional. O Ministério das Relações Exteriores abrirá inquérito e tomará as medidas administrativas e disciplinares cabíveis”, diz trecho da nota.
O senador boliviano, que aguardava um salvo-conduto para sair o país, deixou no sábado (24) a embaixada brasileira em La Paz com destino ao Brasil. O advogado do senador, Fernando Tibúrcio, confirmou à Agência Brasil que o parlamentar deixou com segurança a representação diplomática brasileira, mas ainda não está definido o local do Brasil onde Pinto Molina viverá.
Molina, que faz oposição ao governo de Evo Morales, ficou quase 15 meses abrigado na Embaixada do Brasil em La Paz desde que pediu asilo político ao Brasil. O salvo-conduto era negado pelas autoridades bolivianas que alegavam que o parlamentar responde a processos judiciais no país.